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Quem
chega primeiro, você ou a roupa?
Algumas
pessoas se vestem de tal modo que a roupa acaba por chamar
a atenção. Pode ser devido a uma infeliz e chocante combinação
de cores, pode ser por um corte errado, pode ser por um adereço
estranho, pode ser até mesmo por um esmero exagerado.
É
um mau negócio. Se a roupa chamou a atenção, ela está inadequada
para o ambiente de trabalho (não o estaria se estivéssemos
falando de show). Do ponto de vista do marketing pessoal,
a roupa deve traduzir sempre, mas apenas isso: competência
e profissionalismo.
Isso
quer dizer que trará uma imagem de trabalho, objetividade,
discrição etc. Cuidado, por exemplo, com a moda. Às vezes
ela vem e passa rápido demais e muita gente acaba não percebendo.
Gravatas com desenhos espertos e infantis, por exemplo, já
eram há muito tempo e tem gente usando ainda, até mesmo em
entrevistas. Vai chamar a atenção sobre algo negativo, certamente.
Não
deixe de cultivar melhoras progressivamente
Por
José Antônio Rosa
Hoje
João é auxiliar de escritório e faz faculdade de Administração.
Almeja chegar à posição de trader, o que está fora das possibilidades
imediatas porque ele não sabe nenhuma língua além do português.
O
sonho de ser trader é forte, mas aqui e agora não passa de
uma miragem. E as miragens freqüentemente atrapalham. Como?
Por exemplo, pode ser que no setor em que ele trabalha haja
a possibilidade de vagar o cargo de supervisor, mas sonhando
com a posição de trader João olha com descaso para a eventual
promoção, que acaba sendo obtida por um colega.
Ora,
se mantivesse a visão de longo alcance firme (ser trader),
mas não se esquecesse dos passos do caminho João poderia ampliar
sua probabilidade de chegar lá. Como supervisor ele ganharia
mais, teria mais recursos para investir no seu autodesenvolvimento,
ampliaria sua experiência e seu poder dentro da empresa -
coisas que o tornariam mais elegível se uma oportunidade aparecesse.
A idéia é então: Não deixe de sonhar, mas não deixe de cultivar
melhoras progressivas a partir daquilo que você é efetivamente
e de onde você está realmente.
Patrimônio
intelectual pode tornar-se obsoleto rapidamente
Por
José Antônio Rosa
O
que um profissional oferece ao mercado, seja ele um executivo,
técnico, autônomo ou empreendedor é o seu conhecimento convertido
em produtos ou serviços. Logo, o que ele na verdade vende
é seu patrimônio intelectual.
Mas,
a partir de um certo número de experiências de sucesso, a
pessoa às vezes passa a achar que já atingiu o supremo conhecimento
sobre alguns tópicos e que ali não vai haver mudança mais.
Isso é humano e é o fim.
Se o sujeito não acordar a tempo em pouco tempo seu patrimônio
intelectual terá ido para o brejo. Ao atingir a crença de
que já sabe, a pessoa pára de aprender e como o mundo não
pára de evoluir, em pouco tempo essa pessoa estará falando
sozinha.
Qual é a defesa? Questionar-se todo o tempo, evitar a arrogância,
perguntar aos outros, abrir os ouvidos e os olhos, ler livros
novos mesmo da área que julgamos dominar. Manter uma mente
zen, mente de principiante, como diz o mestre zen Shunryu
Suzuki, em livro do mesmo nome.
Sensibilidade
comprovada
Discutir
a relação conjugal afeta de maneira diferente a saúde de homens
e mulheres. Depois de analisar durante 30 minutos o diálogo
de 90 casais, cientistas da Universidade de Ohio, nos Estados
Unidos, concluíram que as mulheres são bioquimicamente mais
sensíveis. Quando a conversa gira em torno de momentos ou
temas difíceis, a quantidade de hormônios associados ao stress
das esposas se eleva muito mais do que a dos maridos.
Fonte:
Revista Istoé
Maconha
em spray pode ajudar escleróticos
Cientistas
britânicos anunciaram a criação de um spray de maconha que
poderá amenizar o sofrimento dos pacientes de esclerose múltipla.
De acordo com os médicos, a droga, aplicada sobre a pele,
é capaz de diminuir as dores causadas pelos espasmos musculares
provocados pela doença sem expor a pessoa aos riscos de desenvolver
câncer – perigo que existe quando a maconha é inalada. O formato
aerossol deve começar a ser utilizado nos próximos cinco anos.
A
juíza canadense Darlene Acton autorizou na segunda-feira,
dia 11, a paciente Grant Krieger a plantar maconha para consumo
próprio. Grant sofre de esclerose múltipla e alegou em sua
defesa que a única forma que teria para conseguir a droga
seria a via ilegal, uma vez que sua comercialização mesmo
para fins terapêuticos é proibida no país.
Fonte:
www.terra.com.br/istoe
O
Lar Plugado
Casa
nos EUA é toda controlada via internet, desde o som,
a tevê e o DVD até a segurança, a iluminação,
o ar-condicionado e a geladeira
A tecnologia tem o
poder de aumentar a felicidade das pessoas? Era essa a pergunta
que me fazia quando visitei a Internet Home, um showroom de
novidades tecnológicas instalado na sede da Cisco Systems,
no Vale do Silício, Califórnia.
Tudo bem, está
certo que sempre sonhei em ter um controle remoto universal
para substituir todos os demais que a gente usa para acionar
a tevê, o vídeo, o som, o DVD e a tevê
a cabo. Mas será que precisamos de uma única
máquina polivalente para fazer tudo isso e ainda por
cima receber e-mail, reduzir a intensidade da iluminação
e esfriar a casa no verão? Os engenheiros da Cisco
acreditam que sim. Tanto é que centralizaram todos
esses comandos (e muitos outros) numa prancheta eletrônica,
um monitor plano colorido e sensível ao toque.
Foi com uma delas
nas mãos que entrei no interior do "imóvel".
"Além dos custos normais de construção
e decoração, aqui existem US$ 40 mil em tecnologia",
foi logo avisando Rob Sprenger, o gerente responsável
pela casa. À primeira vista, ninguém apostaria
nisso. Afinal, o que se vê são diversos ambientes
decorados com estilo – mas nenhum fio, antena nem luzinha
piscando. O espaço simula a residência de uma
família de classe média. A cozinha é
separada da sala de estar por um balcão, há
dois quartos, sendo um suíte, além do escritório
e da garagem.
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Quase invisível
– É preciso um olhar atento para se começar
a distinguir as peculiaridades da casa. A primeira está
nos espelhos de parede. Além das chaves de luz e dos
plugues de energia e de telefone, existem tomadas para conexão
de rede. Servem para ligar à Web os eletrodomésticos
da casa, quase todos inteligentes. É o caso, na sala,
de um porta-retratos nada estático. Exibe várias
fotos, uma após a outra, copiadas do álbum de
família digital armazenado no ciberespaço.
Há na cozinha
um monitor na porta da geladeira Whirlpool (dona da marca
Brastemp no Brasil). Semelhante à prancheta, controla
a temperatura do refrigerador, mantém um inventário
dos alimentos em seu interior (através da leitura de
código de barra) e um arquivo de receitas. Com o toque
de uma caneta, pode-se controlar a temperatura do forno, do
microondas, desligar as luzes da casa, ver tevê, DVD
ou ler o e-mail.
No quarto do casal,
um aparelho chamado Health Buddy monitora a saúde dos
ocupantes da casa, que respondem a perguntas do estilo "como
vai a sua saúde hoje?", escolhendo opções
de 1 (muito doente) a 10 (muito saudável). Dependendo
da resposta, surge uma sequência de perguntas para identificar
o melhor procedimento, desde o cuidados com a alimentação
e ao repouso até a necessidade de marcar uma consulta,
seguir ao pronto-socorro ou conectar aparelhos de análises
clínicas, que irão, por exemplo, pesquisar a
urina, enviando o resultado do exame ao médico.
Fonte:
Revista Istoé
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